sexta-feira, 19 de maio de 2017

Homenagem de Ramos Horta ao Eng.º Mário Carrascalão "esse Homem Bom, Honesto, Incorruptível"

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Foto de José Ramos-Horta
José Ramos Horta - Facebook

Em Outubro 2015 escrevi esse perfil do Eng.º Mário Viegas Carrascalao em homenagem a esse Homem Bom, Honesto, Incorruptivel. Partilho outra vez neste dia em que Mario Carrascalao deixa Timor-Leste na viagem que todos nós mortais fazemos - A Grande Viagem Sem Regresso.

Diz-se que na época quem ascendesse ao cargo de Governador de Província na Indonésia em pouco tempo acumularia uma pequena grande fortuna ao fim do seu mandato. Mário Carrascalão seria hoje um homem rico. Uma das formas de enriquecer, muito simples, era guardar para si próprio o equivalente a $30 mil dólares mensais, verba atribuída pelo Governo Central para cada Governador para dar resposta rápida as solicitações de pessoas mais necessitadas. Mário Carrascalão despendia todo esse valor mensal realmente ajudando os mais necessitados. Nunca se deixou subornar por ninguém. 

Os anos do seu mandato como Governador da dita "27.ª província" foram os anos de maior abertura do território ao exterior; de oportunidades para jovens Timorenses irem estudar fora de Timor-Leste, em Jacarta e outras cidades Indonésias. 

Mário Carrascalão tentava e conseguiu fazer o "jogo" ou o equilíbrio, ganhar a confiança e respeito do Presidente Indonésio, o que lhe permitia ao mesmo tempo fazer braço de ferro com os militares em Timor-Leste. 

Salvou centenas de vidas; forçou a abertura de Timor-Leste ao mundo; conseguiu que milhares de jovens Timorenses tivessem uma oportunidade única de se formarem.

Mas talvez mais importante, conseguiu convencer o comando militar Indonésio em Timor-Leste a dialogar com Xanana, o que aconteceu no encontro histórico de Lariguto, em Ossu, em 1983. Xanana estava a reorganizar a resistência, na sequência do debacle de 1977-78. 

O comando Indonésio estava determinado a lançar uma nova ofensiva militar de envergadura contra as FALINTIL para "acabar de vez" com a resistência. Xanana que tinha assumido o comando da luta em 1981 precisava de tempo. Pediu a Mário Carrascalão "três meses"; Mário Carrascalão aceitou o pedido de Xanana para convencer o comando Indonésio a "dar mais tempo para o diálogo". 

Mário Carrascalão conseguiu realmente persuadir o Comando indonésio a não relançar uma nova ofensiva militar de imediato. Três meses foram o tempo necessário para Xanana preparar as suas forças e enfrentar uma nova vaga de ofensiva militar que veio a acontecer. 

Não faço aqui o historial exaustivo do papel altamente meritório de Mário Carrascalão na nossa luta. Foi o primeiro Timorense a formar-se superiormente e com notas elevadas. Regressou a Timor-Leste depois dos seus estudos e passou a chefiar os Serviços de Agricultura e Florestas. Foi sempre homem simples, acessível a todos, honesto. 

Ronda os 80 anos de idade, está de ótima saúde; sempre apoiada pela leal companheira e esposa a Dona Milena. Mário Carrascalão continua a viver uma vida simples, sem riqueza, sem ostentação.

Nota do blogue: O Sr. Engenheiro Mário Carrascalão faleceu esta manhã em Díli, Timor-Leste. 
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Morreu o ex-vice-primeiro-ministro timorense Mário Carrascalão

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Díli, 19 mai (Lusa) - O ex-vice-primeiro-ministro de Timor-Leste, Mário Carrascalão, morreu hoje no Hospital Nacional Guido Valadares, em Díli, disse à Lusa um familiar.

Mário Carrascalão, que foi governador durante a ocupação indonésia e vice-primeiro-ministro após a independência, faleceu um dia depois de ser galardoado com o Grande Colar da Ordem de Timor-Leste, a mais alta condecoração do país, entregue pelo chefe de Estado, Taur Matan Ruak.

Indicações preliminares apontam que Mário Carrascalão terá sofrido um ataque cardíaco quando conduzia e viajava sozinho no seu carro privado, na zona do bairro do Farol, em Díli. O carro está ainda no local, tendo subido o passeio e embatido contra um poste, conforme constatou a Lusa.

Desconhece-se se o acidente ocorreu antes ou depois do ataque cardíaco.

Testemunhas relataram à Lusa que transeuntes transportaram Mário Carrascalão para o hospital, onde equipas médicas confirmaram o seu óbito.

"Ainda ontem estivemos todos a jantar em família e ele estava muito bem-disposto, foi galardoado e estávamos a celebrar" disse a Lusa a irmã Ângela Carrascalão.

Uma multidão começou já a juntar-se no espaço mortuário do Hospital Nacional Guido Valadares.

ASP//ISG

Lusa/fim

Foto de Presidência da República de Timor-Leste.
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PR timorense deverá ser eleito líder de novo partido horas após terminar mandato

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Díli, 18 mai (Lusa) - O Presidente timorense, Taur Matan Ruak, deverá ser eleito no sábado, horas depois de terminar o seu mandato, como presidente do Partido de Libertação Popular (PLP), que se candidatará às eleições parlamentares de 22 de julho.

"Deve ser eleito no sábado de manhã. Não tenho qualquer dúvida disso", disse à Lusa Adérito Soares, intelectual timorense e um dos fundadores do PLP que se apresenta como uma alternativa aos partidos históricos e mais consolidados, Fretilin e CNRT.

O congresso do PLP começou hoje em Díli, praticamente sem publicidade fora das estruturas do partido, com 1.363 delegados e "35 mil fundadores", como disse à Lusa Abel da Silva, da comissão organizadora do encontro.

Taur Matan Ruak foi, ao mesmo tempo, a ausência mais evidente e a presença mais marcante - pelo menos nas camisolas e nos discursos dos congressistas - no primeiro dia do Congresso do partido que se diz assentar num "princípio de justiça social".

Praticamente todos os discursos se referiram a Taur Matan Ruak, com alguns militantes a garantirem que, a partir de sábado, o chefe de Estado e ex-guerrilheiro comandará o partido, que nasce sob o lema "Hisik Kosar Ba Moris Diak", "Suar pelo desenvolvimento e bem-estar".

'Vivas' aos veteranos, ao PLP e a Taur Matan Ruak ouviram-se repetidamente durante o dia.

Inclusive no momento em que um ex-guerrilheiro, L4, chamou os veteranos do PLP, homens que lutaram contra a ocupação indonésia e que serviram, no mato, sob Taur Matan Ruak - o último comandante das Falintil, o braço armado da resistência.

O encontro, que decorre num salão de festas em Díli, arrancou sem que grande parte da imprensa tenha sido informada, sem a presença de dirigentes de outros partidos ou do corpo diplomático.

Taur Matan Ruak confirmou em novembro de 2015, um mês antes do registo oficial do PLP no Tribunal de Recurso, que não se recandidataria à presidência, deixando em aberto a aposta numa corrida ao executivo.

A dúvida passou a certeza quando, já durante a campanha para as presidenciais, Taur Matan Ruak aproveitou uma pergunta de uma observadora eleitoral da União Europeia sobre qual seria o seu futuro para confirmar o que todos em Timor-Leste já discutiam abertamente.

"O Presidente tem um plano para o futuro: o meu partido é o PLP. Quando eu ganhar eu vou ser chefe do Governo. Eu sei que não posso deixar de combater com o CNRT e a Fretilin", disse Taur Matan Ruak, no encontro em Baucau, em resposta à pergunta da observadora, a lituana Ruta Avulyte Jelage.

O PLP nasce ainda sem que sejam conhecidas as suas políticas e aparenta reunir, por um lado, alguns veteranos da luta e, por outro, um grupo de intelectuais timorenses de entre 30 e 45 anos, formados em grande parte no estrangeiro.

Entre os presentes na sala do congresso estavam, por exemplo, Hugo Fernandes, académico e um dos membros do Conselho de Imprensa e Fidelis Magalhães, ex-chefe da Casa Civil de Taur Matan Ruak, além de elementos da equipa de media do ainda chefe de Estado.

"É uma boa combinação entre veteranos e intelectuais. O programa do partido, a estratégica eleitoral foi um trabalho conjunto de todos, em que todos colaboram", frisou.

Para já, e entre outros aspetos logísticos, os delegados escolheram a mesa do Congresso. Mesmo antes dos resultados da votação serem conhecidos, já se sabia que a mesa do congresso seria liderada por Saka'Onar (Deométrio Amaral Carvalho) - o seu nome estava no topo das três listas apresentadas, tendo ganho a primeira com 698 votos.

Adérito Soares, que terminou hoje - com a eleição da mesa do Congresso - o seu cargo como presidente interino do partido, explicou à Lusa que o PLP teve um orçamento de pouco mais de 30 mil dólares, reunido com doações de alguns dos "intelectuais" e de "privados".

"Estamos otimistas de que seremos um poder forte no cenário político de Timor. Terão de contar connosco. Se o voto fosse já daqui a uma semana, conseguiríamos no mínimo 15 lugares", disse.

Obter 15 lugares no parlamento de 65 implica conseguir, aproximadamente, 126 mil votos.

ASP // FPA

Lusa/Fim
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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Guerrilheiro com "boa caligrafia" recebe primeiro exemplar do livro do Presidente timorense

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Díli, 18 mai (Lusa) - Bersama, "guerrilheiro dedicado, com boa caligrafia" recebeu hoje das mãos do Presidente timorense, o primeiro exemplar de um livro nascido de um relatório de dois anos da resistência, que o primeiro ajudou "a copiar a limpo".

"Em 1983 este rapaz saiu no levantamento de Kraras. Só tinha a segunda classe indonésia e não sabia nenhuma palavra de português. Mas aprendeu com os líderes da guerrilha a escrever português", lembrou Taur Matan Ruak, no lançamento do seu livro, em Díli.

"Ser livre é ser capaz de dizer de que não - Um relatório sobre o debate construtivo da nação", lançado no Arquivo e Museu da Resistência Timorense, em Díli, tem como elemento central o "2º Relatório do Estado-Maior das Falintil referente ao período de dois anos - Agosto 1994 a Dezembro de 1996".

Atualmente, major nas Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), Bersama (Mário Batista) juntou-se aos guerrilheiros que combatiam a ocupação indonésia e recebeu a complicada tarefa de escrever a limpo a "letra difícil" que Taur Matan Ruak admite que tinha.

Depois de três tentativas de copiar o relatório - essencial para perceber a dinâmica do debate interno sobre políticas, ajuste estruturais e eficácia da resistência - Bersama queria desistir: "Ainda tinha erros e ele disse-me: 'Comandante, eu gosto muito de si, mas quero ir combater'".

Finda a guerra, Bersama foi o primeiro aluno timorense da Academia Militar Australiana, esteve na China no Curso de Altos Comandos e ficou em terceiro lugar entre participantes de 43 países.

"Por isso acho que mereces tu esta primeira cópia", disse no lançamento Matan Ruak, dirigindo-se a Bersama.

A obra escrita pelo próprio chefe de Estado há vários anos e lançada, a menos de 48 horas do fim do mandato, recorda alguns dos momentos da ação dos guerrilheiros timorense na luta pela libertação de Timor-Leste contra a ocupação indonésia.

Taur Matan Ruak explicou que o livro pretende ser um contributo para o conhecimento da história da resistência, retratando um "debate incrível, mas sempre com muito respeito e civismo" travado na direção da luta armada.

"Espero que sirva para encorajar os jovens, para perceber que realmente ser livre é ser capaz de dizer não. Só os que têm alma é que têm convicções próprias. De outro modo a sociedade não evolui. Fica estagnada, fica parada", afirmou.

As referências a nomes de outros responsáveis da luta "não têm a intenção de provocar debates polémicos", mas antes de "provocar todos a que comecem a escrever e a contribuir um bocadinho" por "respeito para com os jovens das gerações futuras", disse.

Benjamim Corte-Real, responsável do Instituto Nacional de Linguística de Timor-Leste e a quem coube apresentar uma obra "sobre a história da resistência, contada por um dos seus protagonistas".

"Ainda falta muito a contar e a descobrir, muito mais sobre o tal mítico fenómeno da resistência timorense, para que melhor possamos contemplar a epopeia da luta do nosso povo e melhor consigamos desfrutar o fruto da libertação da pátria", disse.

Até que os historiadores olhem para o que ocorreu "com mais tempo, distância emocional, serenidade e objetividade de análise", este livro pode responder à curiosidade de quem quer saber a história com relatos como este, disse.

A obra foi apresentada na sede do Arquivo e Museu da Resistência Timorense (AMRT), espaço onde funcionou no tempo da ocupação indonésia a repartição dos serviços de educação e antes disso, no tempo português, o Tribunal Provincial.

Um espaço que serve hoje como "casa sagrada" para recordar os "extremos sacrifícios que os heróis chamaram a si em troca da liberdade coletiva" dos timorenses, disse.

Para Corte-Real, o título da obra remete para o que foi o "exercício democrático no contexto da guerra", uma "prática de diálogo, persuasão de análise" sobre a "possibilidade de ideias, divergências, em busca de convergências".

"A obra também nos revela o estado de alerta constante daqueles homens a todos os níveis. Homens classificados de bandidos, frustrados, isolados, atrasados. Que não só tinham que fazer a luta armada, mas assumir a acrescida tarefa de acompanhar, corresponder e contribuir para o sucesso das outras duas frentes da luta", afirmou.

Taur Matan Ruak termina o mandato como Presidente de Timor-Leste na noite de sexta-feira.

ASP // EJ

Lusa/Fim
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Ezistènsia PLP La’òs De’it Harame Palku Polìtiku

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Tatoli - Jornalista: Zezito Silva -Editora: Rita Almeida - 18 de Maio de 2017

DILI, (TATOLI) – Prezidente Interinu Estrutura Nasionál Partidu Libertasaun Populár (PLP), Aderito de Jesus hateten partidu foun ne’e eziste la’òs atu harame palku polítiku maibé hakarak kontribui dezenvolvimentu liuhosi programa kuandu manan iha eleisaun lejislativa.

“Partidu barak ne’ebé dadaun ne’e eziste tanba prinsípiu demokrátiku maibé PLP mai hakarak hisik kosar ba moris di’ak”, hatutan Prezidente Interinu iha nia diskursu ohin ba loron dahuluk kongresu partidu ne’e iha Delta Nova Komoro.

Tuir nia PLP alin ba partidu hotu, enkuantu laloran mezmu boot, udan maka’as maibé sempre firme nafatin ultrapasa eleisaun parlamentár ne’ebé sei akontese iha 22 jullu.

Nia apela ba delegadu no simpatizante hotu atu labele halo violasaun maibé tenke disiplina, onestidade populár hodi liberta ki’ak no mukit.

Partidu polítiku hanesan mákina ida hodi mobiliza masa iha baze liuhosi konsiénsia síviku atu kontribui no hamutuk ho partidu PLP hodi luta ba libertasaun povu.

Enkuantu, PLP nu’udar partidu foun maibé konjuntura polítika ne’ebé mosu iha Nasaun dezenvolvidu sira mosu, partidu polítiku barak ne’ebé eziste kle’ur maibé povu la fò fiar ba sira no ikus mai partidu foun mak manan hodi ukun, nune’e mós hanesan PLP mosu iha partidu antigu barak ne’ebé eziste.

Kongresu dahuluk ne’e hetan partisipasaun hosi delegadu munisípiu 12 inklui Rejiaun Autonomu Enklave Oe-Cusse Ambeno. Kongresista ne’ebè partisipa besik rihun ida.

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Jornalista Oki Ameasa Tama Prizaun Tinan Ida

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 Martinha Gusmao - Independente, 18 de maio de 2017

Díli - Kazu publikasaun diáriu Timor Post hasoru lezada Rui Maria de Araújo, Ministériu Públiku akuza arguidu Raimundus Oki tama prizaun tinan ida efetivu no Lourenço Vicente Martins pena prizaun tinan ida no suspende ba tinan rua.

Ministériu públiku alega arguidu sira tanba komete krime denúnsia kalunioza ne’ebé previstu iha artigu 285 kódigu penál Timor-leste nian.

Tuir Ministériu Públiku, ba arguidu Lourenço iha kontestasaun kona-ba informasaun arguidu haruka jornalista ba konfirma notísia ne’ebé públika iha média Timor Post, tanba ne’e ministériu públiku konsidera faktu ne’e prova hotu.

Kona-ba arguidu Raimundus Oki ne’ebé hakerek iha jornál ho títulu “Deskonfia eis asesór Ministériu Finansas atuál Primeiru Ministru fó projetu ba kompañia PT Packet Sistem Indonesia”.

Tuir lezadu nia deklarasaun ne’ebé Ministériu Públiku lee sai iha julgamentu katak, loos duni iha altura ne'ebá lezadu atuál Primeiru Ministru asina duni, maibé arguidu sira produs ba kompañia nia naran ne’e sala.

Nune’e, bainhira arguidu atu konfirma kazu ne’e, lezadu Rui Araújo hi'it liman iha momentu ne’e tanba lezadu la hatene problema saida mak arguidu atu ko'alia. Tanba ne’e, lezadu dehan la hatene interese saida mak hodi públiku sai nia naran iha jornál no arguidu sira la ko'alia iha provas ne’e.

Aleinde ne’e, iha asinatura ne’e la’ós lezadu Rui Araújo mesak mak asina, maibé iha mós ema seluk, maibé arguidu sira la temi iha publikasaun jornál ne’e, nune’e lezadu dehan faktu ne’e falsu.

Entretantu, tuir testemuña Virgílio da Silva deklara ba Tribunál katak, jornalista nia servisu ba rekolla dadus iha terrenu no rona voice hakerek, bainhira hakerek hotu entrega ba editór depois notísia ne’e tun ka la tun ne’e desizaun husi xefe redasaun nia mak deside.

Iha parte ida mós tuir testemuña katak, kona-ba títulu notísia ne’e atu atrai ema hodi sosa jornál ne’e la’ós atu hafo'er lezadu nia naran.

Nune’e, husi parte husi defeza husu ba Tribunál katak, faktu ne’e defeza konsidera la vale hotu, tanba ne’e mak husu ba Tribunál arguidu Lourenço atu absolve nia husi kazu ne’e, tanba arguidu sira la komete krime denunsia kalunioza.

Nune’e mós defeza husi arguidu Raimundus Oki husu ba Tribunál atu fó pena ne’ebé mak justu ba arguidu tanba sira la fó prejuizu ba lezadu no notísia ne’e la prezudika ba lezadu intermus materiál no morál.

Hafoin rona tiha deklarasaun husi Advogadu arguidu ho Ministériu Públiku, Tribunál deside hodi adia fali julgamentu ne’e ba loron 1 fulan Juñu tinan 2017 tuku 17:00 lokraik, hodi rona desizaun final.

Iha audiénsia julgamentu ne’e prezide husi singulár Ivan Suritay, Ministériu Públiku reprezenta husi Prokuradora Lídia Soares, arguidu Lourenço Vicente Martins hetan legál husi advogadu privadu José Pedro Camões, Raimundus Oki hetan asisténsia legál husi advogadu, Arlindo Sanches.
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Presidente timorense pede a cidadãos que lutem por sociedade mais justa

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Díli, 17 mai (Lusa) - O Presidente timorense considerou hoje que os futuros heróis de Timor-Leste serão os que consigam lutar diariamente pelo mesmo sonho de criar uma sociedade mais desenvolvida e justa, inspirados nos sacríficos feitos no passado.

"Hoje temos outro sonho, o sonho de uma sociedade mais desenvolvida e mais justa. Precisamos do mesmo empenho, do mesmo sacrifício e da mesma solidariedade", disse Taur Matan Ruak, depois de condecorar dezenas de cidadãos timorenses e estrangeiros.

"Os novos heróis da libertação nacional serão todos aqueles que, pegando no exemplo dos sacrifícios do passado, os saibam interpretar diariamente na sua vida pessoal, política e social. Não vamos deixar de lutar pelo mesmo sonho de Timor-Leste", afirmou.

A poucos dias do fim do mandato, no sábado, Taur Matan Ruak condecorou com o colar, a medalha e a insígnia da Ordem de Timor-Leste vários cidadãos nacionais e estrangeiros, incluindo a jornalista portuguesa Anabela Góis da Rádio Renascença.

Com a Medalha de Mérito foi reconhecido Carlos Monjardino, presidente da Fundação Oriente, que Taur Matan Ruak destacou como "apoiante de longa data da causa de Timor-Leste", sublinhando a ação daquela fundação no país.

A Liga dos Amigos de Timor, com sede em Portugal, a neozelandesa Maria Leadbeater e os ingleses Peter Gordon e Steve Cox foram também reconhecidos.

Entre os timorenses, foram reconhecidas dezenas de pessoas que se destacaram no período de combate à ocupação indonésia, quer estafetas que apoiaram a luta armada, quer ativistas que apoiaram a luta no exterior.

"Estafetas decisivos para manter aberta a comunicação entre as diferentes frentes da luta clandestina e entre os comandantes da frente armada. Gente simples, mas criativa, humilde, pobre em recursos, mas muito mais rica em imaginação do que o invasor poderia ser. Foi assim que se manteve viva a chama da resistência com gente determinada que ninguém poderia quebrar", considerou.

"Foi todo um povo unido, inquebrantável, uma ideia coletiva, o esforço de todos, uma força indomável. Faz falta recuperar este espirito hoje para os novos desafios do desenvolvimento, melhoria da qualidade de vida de todos", disse.

Para Taur Matan Ruak, esta é uma oportunidade de reconhecer "quem tanto deu pela luta de libertação" de Timor-Leste e de recordar "muitos atos de generosidade, coragem e altruísmo" de pessoas que "de uma forma ou outra são também heróis combatentes da luta de libertação nacional".

"Os timorenses sempre quiseram apenas ser donos do seu destino. Hoje distinguimos quem partilhou essa esperança num mundo melhor mesmo contra as evidências que outras potências apresentavam como inevitáveis", disse.

Pessoas com "histórias muito diferentes", mas que têm em comum a mesma vontade, de lutar pela independência do país.

ASP // EJ/VM

Lusa/Fim
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PR Taur Matan Ruak termina mandato mas deve candidatar-se a PM

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Díli, 17 mai (Lusa) - Taur Matan Ruak termina no próximo dia 20 o seu mandato como quarto Presidente da República timorense desde a restauração e um dia depois deverá ser aclamado como líder de um novo partido timorense, o PLP.

Guerrilheiro durante uma grande parte da sua vida, sindicalista, ex-chefe de Estado Maior General das Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL), Taur Matan Ruak optou por não se recandidatar à Presidência preferindo tentar um lugar mais executivo.

Registado em dezembro de 2015, o Partido de Libertação do Povo (PLP) foi liderado interinamente por Adérito Soares, ex-comissário da Comissão Anti-Corrupção (CAC) e realiza agora o seu primeiro congresso.

Um encontro em que, a confirmarem-se as expectativas, Taur Matan Ruak pode vir a ser eleito líder, estreando a sua candidatura nas eleições parlamentares de 22 de julho.

A biografia de Ruak - que chefiou nos últimos anos da resistência os guerrilheiros das FALINTIL, o braço armado da resistência, está intimamente ligada à história de Timor-Leste.

José Maria de Vasconcelos de seu nome, Taur Matan Ruak como nome de guerra, nasceu a 10 de outubro de 1956 em Baguia, distrito de Baucau, mas viveu em Díli, onde frequentou a escola primária.

Aos 15 anos, de regresso a Baucau, trabalha na pousada da cidade mas 18 meses depois organiza no local a primeira greve, em reivindicação de melhores salários, melhor alimentação e melhores condições de trabalho. Acaba no Tribunal.

Dois anos depois, na capital timorense, desta vez empregado num hotel, organiza nova reivindicação, pelos mesmos motivos. Aguenta-se um ano no emprego e em 1974 organiza nova greve. Volta a Tribunal.

É neste processo reivindicativo que vive quando se dá o 25 de Abril de 1974. Ruak apoia a Fretilin e no ano seguinte, quando se dá a invasão indonésia, foge para as montanhas e junta-se ao recentemente formado exército das FALINTIL.

Participa como guerrilheiro em batalhas contra o exército indonésio em locais como Díli, Aileu, Maubisse, Ossu, Venilale, Uatulari ou Laga e a pouco e pouco começa a assumir posições de chefia no grupo de guerrilheiros.

A sua primeira nomeação oficial foi feita após a reunião do Conselho Superior do Setor Centro-Leste, em Venilale, no final do ano de 1976.

Foi comandante de companhias e adjunto de comandantes de setor entre 1976 e 1979. Nesse ano, na sequência de sérios reveses nas forças de resistência, foi atribuída a Matan Ruak a tarefa de reagrupar as FALINTIL da região leste, tendo a incumbência também de localizar sobreviventes de uma companhia.

É nessa altura que, traído, é capturado pelos militares indonésios. Após 23 dias preso consegue fugir e junta-se de novo às FALINTIL, nas montanhas.

Em 1981 é um dos criadores do Conselho Nacional da Resistência Revolucionária (CRRN, antecessor do Conselho Nacional da Resistência Maubere/CNRM e Conselho Nacional da Resistência Timorense/CNRT) e torna-se adjunto do Estado-maior das FALINTIL, quando o Comandante em Chefe do movimento era Xanana Gusmão.

Com funções na ponta leste do país em 1983, nos três anos seguintes é transferido para o setor ocidental. Em 1986 chega a vice-chefe do Estado Maior e é por isso o responsável pelas operações militares em todo o território.

A captura de Xanana Gusmão lança-o para o cargo de chefe de Estado Maior das FALINTIL.

Após a captura do comandante Mau Huno, a 05 de abril de 1993, o comissário político Nino Konis Santana foi nomeado comandante das FALINTIL. Daitula foi capturado e assassinado pelos militares indonésios a 25 de junho de 1997 e a morte acidental de Konis Santana, menos de um ano mais tarde, a 11 de março de 1998, deixou a liderança mais uma vez abalada.

O comandante Taur Matan Ruak torna-se então o Comandante Operacional das FALINTIL.

A queda da ditadura de Suharto e a abertura da Indonésia levam à consulta de 30 de agosto de 1999, quando as FALINTIL são acantonadas sob a responsabilidade de Matan Ruak, o mesmo que impediu confrontos com as milícias, mesmo quando o território era praticamente destruído.

Xanana Gusmão retira-se das FALINTIL na data do 25.º Aniversário da criação da força, 20 de agosto de 2000, e Taur Matan Ruak é nomeado Comandante em Chefe.

Em fevereiro de 2001 a ONU nomeia o brigadeiro general para comandar a Força de Defesa de Timor-Leste (FDTL), cargo de que se demite, em setembro de 2011, para se candidatar à Presidência da República, cargo que assume a 20 de maio de 2012.

Um mandato em que fez história: conseguiu visitar, como tinha prometido, visitar cada um dos 442 sucos (freguesias) do país.

ASP // EL

Lusa/Fim
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terça-feira, 16 de maio de 2017

Confusão na política linguística pode sacrificar capacidade de pensamento - bispo timorense

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Díli, 15 mai (Lusa) -- O bispo timorense Basílio do Nascimento considerou hoje que a confusão na política linguística em Timor-Leste, que não permite o domínio do português e consequentemente de uma gramática, pode sacrificar a capacidade de pensamento de duas gerações.

"As pessoas julgam que aprender a língua é pura e simplesmente a aquisição de léxico. Para se fazerem entender é necessário ordenar o léxico. E isto tem a ver com uma gramática", disse à Lusa o presidente da Conferência Episcopal Timorense e bispo de Baucau.

"Já não me interessa se é uma língua ou outra. O que me preocupa é que estamos a sacrificar duas ou três gerações, sem capacidade de pensamento porque para se pensar é necessário dominar uma gramática", considerou.

Notando que os timorenses falam várias línguas, mas que a maioria as fala mal, o bispo disse que o tétum não tem ainda gramática organizada e, por isso, não pode contribuir para o ordenamento do pensamento.

"Se não querem o português, muito bem. Mas ponham uma língua cuja aprendizagem é capaz de estruturar o pensamento das pessoas para possibilitar aos timorenses a capacidade de pensar. Se não, não vamos longe", considerou.

Basílio do Nascimento falava à Lusa à margem do 3.º Congresso Nacional da Educação, que começou hoje em Díli, e de onde sairá, espera o executivo, um conjunto de consensos para as políticas educativas.

Numa altura de reflexão sobre o setor educativo, no primeiro grande debate nacional em quase 10 anos, o bispo destacou a "importância da língua como instrumento vital e crucial para a existência de uma nação".

Mais do que olhar para a língua "apenas como um meio de comunicação" é necessário aprofundar a visão de que a língua é "um instrumento crucial para a afirmação de uma nação" e "um instrumento de transmissão de ideias e de pensamentos".

Essencial, disse, para que "uma nação se faça entender pelos outros e para que a população se entenda a si própria" mas também como "elemento de unidade" nacional.

Sobre as várias 'experiências' levadas a cabo nos últimos anos - como o projeto das línguas maternas ou alterações ao currículo - Nascimento disse que não se percebe se foram feitas "por amor ou por desamor a Timor-Leste" ou apenas para "criar confusão e fazer com quem a população sinta que é difícil e não vale aprender a língua".

Para o bispo a ideia da política linguística foi "pura" mas faltou "vontade, meios e recursos para a implementar e desenvolver", tendo, em alguns casos "havido obstáculos exteriores que porventura fizeram pressão para isto não andar tão depressa".

Ainda assim, disse, "as coisas vão caminhando um pouco mais positivamente" com cada vez "mais pessoas nas instituições a pedirem para aprender o português".

ASP // VM

Lusa/Fim
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segunda-feira, 15 de maio de 2017

"BELUN DIAK"- Muzika despedida hosi Funsionariu Prezidensia Republika nian ne'ebe dedika ba S.E. Prezidente Republika, Taur Matan Ruak

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Presidência da República de Timor-Leste, Facebook

Titulu : BELUN DIAK

Ó MAK AMI-NIA BELUN
NO MÓS MATA-DALAN DIAK MAI AMI TIMOROAN KIAK NO MUKIT
Ó HANORIN LIA LOS MAI AMI
NO HATUDU DALAN LOS MAI AMI TIMOROAN, AILEBA-OAN NO AIN-TANAN

REF:
TMR TIMOROAN KIAK NIAN
TMR TIMOR MUKIT NIAN
AMI SEI FOTI NO SEI TANE Ó
TMR TIMOROAN TERUS NIAN
TMR TIMOR AIN TANAN NIAN
AMI SEI TEMI Ó NARAN BA NAFATIN

SA'E FOHO, TUN FOHO
Ó-NIA KOSAR SULI BA RAI
MAIBE Ó LA SURA Ó-NIA KOLEN
Ó MAK SEI MAI BUKA TUIR AMI
HAKARAK HATENE TUIR AMI-NIA MORIS
Ó..... AMI-NIA BELUN DIAK.

Muzika hosi: Jose Hermenegildo de Oliveira Alves ( oan-mane hosi saudozu Hermenegildo Alves, Ministru Defeza)

Foto de Presidência da República de Timor-Leste, Facebook.
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domingo, 14 de maio de 2017

MARI ALKATIRI HALO ITA MOE TANBA NIA MOE LAIHA

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Jose Arsenio Fretilino

Sekretariu-Jeral FRETILIN, Mari Alkatiri,  nia komentariu ida iha Facebook halo hau bilang tebes, bilang nomos nervozu no halo hau hanoin katak Alkatiri moe laiha, laiha etika, laiha moral no gabasola boot no laiha respeito ba ita Maun alin rihun ba rihun ke mate durante ita nia funu naruk.

Mari Alkatiri hakerek: 
“Lalika preokupa ho ema sira ne’e. Hau FUNDADOR unico ba FRETILIN, FALINTIL, RDTL, Fundo Minarai, ZEESMS TL, etc. Hau la tama rame2 ba FRETILIN no depois haksoit buka kabide. Hau mos la os hanesa balu durante tempo 24 tempo funu nunka hakarak sai militante FRETILIN. Agora atu uza FRETILIN ba bosok veteranos sira”.
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Oh man! Se liafuan iha leten laos seriu no vergonhozo tebes ita hotu bele hamanasa to’o ita nia kabun moras ka ita bele hanoin katak laos Mari Alkatiri mak koalia, karik whisky maka koalia fali, maibe lae! Alkatiri maka hakerek, hau kompreende hotu, maibe etc. ne’e maka halo konfuzaun oituan iha hau nia ulun, maibe hau nia kaben dehan mai hau katak etc. ne’e refere ba Mari hanesan FUNDADOR PENSAUN VITALISIA! Loos duni, Alkatiri fundador prinsipal laos uniku maibe prinsipal duni ba lei imoral LPV.

Hau la hatene tanba sa  maka Alkatiri tenki gaba nia aan rasik ho lagu lama hau fundador, tinan-tinan nia ho ninia TBO sira la para, HAU, HAU, HAU, HAU, HAU! Porra pá! Demais ona, ita hakarak muta kedas bainhira sira hahu hananu lagu lama ne’e. TBO sira no Alkatiri rasik la moe ka? 

Alkatiri bele  funda saida deit maka Alkatiri funda, Alkatiri bele sai fundador ba saida de’it, maibe tinan 24 Alkatiri hela iha ne’ebe lolos? Hela iha Timor-Leste hodi luta ka nia ba rai liur? Alkatiri maka terus liu ema hotu, Alkatiri nia familia maka mate hodi nia ohin koalia hau, hau, hau - asu maka halo hau, hau, hau, los ka lae?

Alkatiri funda duni, maibe depois ba hela iha rai liur, fila mai maka sai boot, nia maka luta mesak iha rai liur? Se Timor-Leste hein Alkatiri iha rai liur hodi manan funu, ohin loron ita sei funu nafatin, tanba Alkatiri iha rai liur mos gosta halo guerrilha ho ema Fretilin sira seluk, sira sempre funu malu tanba lideransa partidu ida ne’e, Alkatiri iha rai liur mos nia hanoin katak Fretilin ninian, hau haree ho hau nia matan rasik, Alkatiri funu duni iha rai liur, maibe laos hasoru Indonésia, nia halo guerrilha foer  hasoru ninia kamaradas rasik iha FRETILIN nia laran. Moe boot loos.

Alkatiri hamrook ba poder, nia dehan nia laos kabide, laos duni ka? Se maka tabele ba Maun Xanana hodi hetan poder, keta soe rai rahun ba ita povu kiik nia matan, ohin loron FRETILIN 2000 tomak tabele ba Maun Xanana hodi sira hetan poder, tanba povu la fiar ona sira hodi vota ba sira iha eleisaun, Julho karik ita ba haree sira hamout iha tahu laran, tanba ho Lu-Olo iha prezidensia no lei bandu nia halo kampana ba FRETILIN, Mari mesak ho ninia TBO hosi rai liur sira la konsegue hetan povu nia fiar, povu laos beik, povu matenek ona, hatene lolos se maka halo sira terus, se maka naok sira nia osan hodi benefisiu sira nia familia no maluk. 

Mari Alkatiri diak liu NONOK no hapara ona nia vaidade no arogansia katak nia maka fundador, nia maka boot liu ema hotu, tanba Timor-Leste independensia nia folin karun tebes, ita nia maun alin hira maka mate hodi ohin loron ema balun deit goza sira nia ran no ruin? Alkatiri besik povu, nia folin 0x0, FRETILIN 2000 tenki tau iha sira kakutak foer katak POVU TIMOR MAKA FUNDADOR RDTL, NEE MAKA LIA LOOS. Povu la vota iha 1999 Indonesia sei ukun ita, se maka nega ida ne’e TRAIDOR DA PÁTRIA!

Saida tan maka Alkatiri hakarak? Povu hakruk tan ba nia? Maka lae liu, to’o ona hakruk ba ema ke la merese, Alkatiri nia oan, Alkatiri nia familia, belun sira hotu moris diak, Estadu halo hotu ba sira, HOTU, sira hanesan português sira dehan, sira “CHULOS DO SISTEMA”, uma invez de halo, estadu maka foo, kareta, viazen, mediku no sst, ESTADO MAKA SUPORTA MORIS CHULOS SIRA NEE NIA LUXUS. Antaun Sr. “FUNDADOR UNIKU” hakarak tan saida? La to’o saida maka povu fo’o ona ba imi? Hakarak tan sama povu ida ne’e? Tanba sa? 

Problema ho ema balun ke moris iha rai liur no fila mai maka sira la terus hamutuk ho povu, ne’ebe la hatene hadomi, respeito povo no nomos la hatene saida maka povu terus hodi ohin loron balun hatenu lia vergonhosa iha Facebook. Ema sira ne’e laiha moral, laiha etika, laiha domin ba povu ida ne’e, hatene deit maka halo guerrilha no halo ita no sira nia aan rasik moe, moe loos.

Alkatiri laiha respeito ba ita nia martires no herois ke mate hodi ita nia rai doben sai independente, nia halo ita moe tanba nia moe laiha, laiha duni!
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sábado, 13 de maio de 2017

LIAFUAN BADAK HUSI S. E. PREZIDENTE TAUR MATAN RUAK IHA OKAZIAUN KONDEKORASAUN MONSEÑÓR D. MARTINHO DA COSTA LOPES NO RELIJIOZU MASAKRADU SIRA HO ORDEM DE TIMOR-LESTE

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Palásiu Prezidensiál Nicolau Lobato, Dili 12 Maiu, 2017

Ho laran-ksolok boot tebes mak ha'u lori nasaun tomak nia naran hato'o ha'u-nia rekoñesimentu profundu ba figura no hahalok estraordináriu saudozu Monseñór Don Martinho da Costa Lopes nian. Ha'u aproveita mós oportunidade ida-ne'e atu rekoñese Uma-Kreda Katólika nia papél boot tebes iha Timoroan sira-nia destinu.

Sira merese duni Timoroan sira-nia omenajen no gratidaun.

Don Martinho nia prinsípiu morál, inklui ninia aten-barani hodi lidera Uma-Kreda Timór nian durante tempu okupasaun, fó impaktu ne'ebé boot tebes ba ita-nia sosiedade no ita-nia luta.

Don Martinho relijiozu ida hosi primeiru grupu relijiozus atu rekoñese katak Rezisténsia povu timoroan nian mosu hosi nesesidade sobrevivénsia no lejítima defeza hasoru perigu mate nian.

Nia koñese didi'ak ita-nia rain. Nu'udar amlulik no indivíduu, ita bele dehan katak faktu hirak ne'ebé sai motivasaun ba ninia atividade iha sosiedade nia leet no ninia serbisu pastorál maka nia esforsu atu buka dalan hodi hamenus kiak no sentimentu abandonu ne’ebé mak domina iha Timór dezde tempu koloniál. 

Sira-ne'ebé hetan oportunidade atu koñese nia pesoalmente la iha dúvidas katak Don Martinho fó nia atensaun tomak ba ema kiak sira no povu terus-na'in, no buka kontribui ba hadi'ak sira-nia kondisaun moris.

Hafoin invazaun, koñesimentu ne'ebé kadavés boot liután kona-ba brutalidade no violénsia okupasaun nian hanesan xoke todan boot ida ba Don Martinho. Ninia sentidu justisa mak dudu Don Martinho book an hasoru violénsia hirak-ne'e.

Nu'udar administradór apostóliku Dili nian, Don Martinho fiar Rezisténsia nia sinseridade wainhira deside haluan atividade Rezisténsia nian ba iha setór sosiál hotu-hotu hodi reprezenta nasaun tomak.

Iha tinan 1982, Don Martinho halo enkontru subasubar ho lider Rezisténsia Xanana Gusmão iha Mehara. Nu'udar lider hosi Igreja Timoroan, Don Martinho nia desizaun atu hasoru malu ho gerrilla hanesan hahalok estraordináriu aten-barani ida, liuliu tanba iha momentu ne'ebá nasaun sei moris hela iha susar nia laran.

La'ós de'it aten-barani fíziku maibé mós aten-barani morál.

Administradór apostóliku Dili nian bá hasoru Rezisténsia la'ós tanba razaun polítiku, maibé tanba konsidera nu'udar devér morál no identifika an ho povu ne'ebé terus maka'as ba nasaun ida-ne'e.

Bazeia ba ninia esperiénsia nu'udar sarani no nu'udar sasin ba masakre hirak ne'ebé mosu, Don Martinho sente devér atu book an.

Nia identifika an ho nasaun nia terus no ida-ne'e mak sai hanesan pontu-virajen ba Uma-Kreda timoroan ho influénsia maka'as iha sosiedade.

Iha tinan 15 tuirmai, amlulik sira no relijiozu no relijioza katóliku seluseluk iha Timór laran tomak habesik an ba populasaun hodi moris iha terus no perigu nia laran. Relijiozu barak hetan persegisaun no balun hetan tortura.

Ohin ha'u fó omenajen mós ba komunidade relijioza sira-ne'ebé sira-nia membru na'in-sia hetan oho iha fulan-Setembru 1999 durante asaun violénsia no dezumanidade ne'ebé mak mosu hafoin referendu.

Kondekorasaun ne'ebé mak ohin ha'u entrega ona hanesan símbolu gratidaun nasaun nian ba ema katóliku sira-ne'ebé sai vítima ba violénsia hirak-ne'e, ba komunidade relijioza sira-ne'ebé sira pertense ba no mós ba Uma-Kreda Timor-Leste.

Martir na'in-sia ne'ebé ita ohin fó omenajen ba, mak vítima dahikus hosi hahalok violénsia ne'ebé komete durante okupasaun ne'ebé referendu hapara tiha ba benefísiu umanidade nian, ho respeitu ba dignidade Timoroan sira-nian no mós dignidade povu Indonézia nian rasik.

Amlulik no madre sira-nia aten-barani hodi banati tuir Don Martinho nia ezemplu, loke kapítulu foun ida iha istória nasaun no Uma-Kreda Timór nian.

Uma-Kreda Katólika fó kontribuisaun ne'ebé folin-boot ba pás nia vitória finál, no Don Martinho rasik mak loke dalan ida-ne'e.

Molok atu hakotu, ha'u apela ba governu atu hanoin didi'ak kona-ba posibilidade atu lori mai Timor-Leste saudozu Don Martinho nia mate-ruin hodi hakoi iha Jardim dos Heróis iha Metinaro, nu'udar fatin iha ne'ebé merese hela ba.

Lori nasaun tomak nia naran, obrigadu ba relijiozu no relijioza sira Timor-Leste nian. Obrigadu ba Igreja Timoroan.

Husu boot ba Maromak atu proteje ita-nia povu no proteje Timor-Leste.

Foto de Presidência da República de Timor-Leste, Facebook.
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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Lu-Olo tenki rezigna aan hanesan Prezidenti FRETILIN, AGORA!

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Maubere Tuba Rai Metin

Semana ida tan no ita nia rai doben sei hetan Presidente da Repúblika foun ida, no hau hakarak dezeja felisidades ba ita nia Xefi de Estadu foun no hau hein katak nia sei banati tuir Prezidenti Taur Matan Ruak no nafatin ba vizita povu iha Timor-Leste tomak hodi rona povu nia halerik no nesessidades hodi nune’e bele lori povu kiik nia lia ba Governu.

Hau fiar katak ita nia Prezidenti da Repúblika foun sei kumpri no onra ita nia Lei Inan tanba tuir ita nia Konstituição, Xefi de Estado mak “guardião da Constituição” maibe hau iha preokupasaun boot ida: Bainhira mak Xefi de Estadu eleito ba rezigna nia aan hanesan Presidente partidu FRETILIN nian? Ba rezigna duni ka lae? Bainhira mak ba halo anunsiu publiku no ba dehan ba militantes FRETILIN nian katak ba rezigna aan?

Tuir ita nia Konstituisaun, artigo 78.º dehan:

Artigo 78.º
(Incompatibilidades)
Prezidente da Repúblika labele ezerse kargu politiku ka funsaun publika seluk no labele, iha situasaun naran ida, exerse funsaun privada.
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Prezidente da Repúblika ema ke estuda lei, hau fiar katak nia hatene katak nia sei la viola ita nia Konstituisaun no ba rezigna aan imediatamente.

Ema barak hakilar iha Facebook katak Lu-Olo la presiza sai hosi FRETILIN, ida ne’e loos duni, maibe saida maka la loos maka ezerse kargu ida iha FRETILIN nia laran.

Imi FRETILIN 2000 lalika mai fali interpreta lei tuir imi nia hakarak tanba letra da lei la fo marjen ba duvidas ka interpretasaun seluk, PREZIDENTE DA REPÚBLIKA LU-OLO LA BELE AKUMULA KARGU PREZIDENTE FRETILIN, NE’E VIOLA ITANIA LEI! 

Ita lalika iha matenek boot iha ita nia kakutak hodi komprende tanba sa Lu-Olo tenki rezigna nia aan hosi kargu FRETILIN.

Tuir lei, Prezidente da Repúblika tenki ezerse ho EXCLUSIVIDADE ninia funsaun no iha lei ke prevê inkompatibilidades institusionais sira, artigo 68.º no artigo 78.º hosi ita nia Konstituisaun no liuliu artigo 2.º da Lei nº 7- 2007, de 25 de julho, ne’ebe estabelese Estatuto dos titulares dos orgãos de soberania. Laiha dalan seluk ba Lu-olo, tenki rezigna aan hosi nia kargu iha FRETILIN  hodi kumpre saida ke nia dehan iha tempu kampana katak nia sei sai Prezidente ba Timoroan hotu laos deit Prezidenti CCF nian…
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Hau husu ba lekirauk sira ke servisu (hahahahaha, servisu ba sira nia aan, klaru) iha Parlamentu Nasional: Deputadu sira,  imi, lekirauk boot duni, beik liu kuda, imi halo rezolusaun bulak tun sae maibe nonok kona ba Prezidenti eleito seidauk rezigna nia aan hosi nia kargu hanesan Prezidente FRETILIN. Loron hira to’o Lu-Olo toma posse? Imi la preokupa ho possibilidade violasaun lei ida ne’e? 

Imi sei hasai rezolusaun hasoru PR foun se nia la rezigna aan  ka imi hotu fahe ona poder no kontente tebes hodi naok no lohi tan povu ida ne’e? Imi ba kontinua joga futebol ho Konstituisaun no halo golooooooooooooooo boot ida tan hasoru ita nia Estadu de Direito Demokratiku? 

Loron ida imi sei halo auto-golo, tanba lekirauk la hatene politika, sira tenki fila ba selva, laos tur iha PN. 

Julho mak povu sei tebe sai imi hotu tanba, “A justiça tarda mas não falha”.
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É PRECISO PEDAGOGIA PARA AJUDAR OS SRS. DEPUTADOS A ACABAR O MANDATO COM DIGNIDADE

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Dr. Fidelis Magalhães - Facebook

O expediente de usar Resoluções do Parlamento Nacional para fazer afirmações políticas de partidos políticos não é um bom hábito para a nossa Democracia.

Mais uma vez, os Deputados ao Parlamento Nacional cederam à tentação de usar actos do Parlamento Nacional para a luta política mais imediata, com a discussão das Resoluções do PN de não ratificação da nomeação o PTR e do pedido de destituição o PGR. Inspirados em exemplos comparados destrutivos, parecem querer seguir a exemplos de conflitualidade entre instituições que, por exemplo, se vê na Guiné-Bissau.

A Resolução de não ratificação da nomeação do PTR não existe na Constituição, nem tem qualquer efeito legal. Mais estranho ainda é a Resolução a requerer a destituição do PGR com acusações graves, sem qualquer fundamento que desonram os Deputados e o PN.

A Constitucionalidade destas decisões do Presidente da República é clara e apoiada por todos os observadores independentes (como o JSMP) e comprometidos, como o PM e o PPN. O próprio PN, em 2003, presidido pelo Presidente da República eleito, Dr. Francisco Guterres, Lu’Olo, pela Resolução Parlamento Nacional n.º 5/2003, de 22 de Abril, entendeu que a nomeação do PTR não carece de ratificação parlamentar. Quanto à audição do PGR, o Primeiro-Ministro referiu-se várias vezes publicamente às discussões com o PR sobre o assunto.

Qual é, então, o objectivo destas Resoluções?

Jurídico não é certamente, porque não se impugna os actos do PR como fizeram já da outra vez e perderam no Tribunal de Recurso. Os objectivos são apenas políticos e dos mais imediatos. Estas resoluções são uma tentativa de condicionar o próximo Presidente da República e de interferir na independência do poder judicial. Confia-se que o próximo Presidente de todos os Timorenses saiba resistir a estas tentativas de condicionamento externo. Os Tribunais já estão habituados a resistir a estas pressões e confia-se que assim continuem a resistir!

Mas as razões são claras para todos - os Srs. Deputados lidam mal com a independência judicial e querem condicionar a justiça. Afinal são as mesmas pessoas que expulsaram os juízes estrangeiros, pretendendo revogar contratos de trabalho sobre os quais não tinham qualquer competência, alcançando esse efeito pelo expediente de revogação administrativa de vistos de trabalho de cidadãos estrangeiros. Desta vez não há é vistos de trabalho para revogar, porque são os nossos concidadãos que assumem esta luta pela independência dos Tribunais! A separação de poderes é um valor fundamental a promover na construção do Estado de Direito e é uma pedagogia que interessa fazer - em especial aos Srs. Deputados.

Confia-se também que o Presidente Eleito Lu’Olo saberá resistir à tentativa dos Srs. Deputados de condicionar o sector de Justiça.

Certamente que se a escolha do PTR tivesse sido outra, mais próxima política e fisicamente dos Srs. Deputados, de certeza que seria constitucional e nada disto se passaria! É a cega ambição totalitária do poder de quem tudo pode pela força da coligação de números. O mesmo foi feita nas alterações às Leis Eleitorais para reforçar os grandes partidos e diminuir o contraditório político.

O problema com que se deparam os Srs. Deputados é que o PR Taur Matan Ruak é a voz independente que defende a Democracia, a pluralidade e a independência judicial, sem olhar a interesses familiares, políticos ou partidários - apenas olhando para o superior interesse nacional. E esta evidência apouca quem se atreve a tecer considerações éticas sobre o herói da luta da libertação nacional que é o Presidente Taur Matan Ruak.

As motivações do Srs. Deputados já não enganam ninguém, colocados perante a evidência cada vez mais presente da transitoriedade do poder, que é sempre do povo que votará nas próximas eleições! Aliás, a adopção destas Resoluções é contraditória nos seus próprios argumentos - se o PR em funções não devia nomear o PTR e o PGR, este PN também não deveria ratificar ou não, devendo deixar para o próximo!

O mandato do Procurador-Geral estava já expirado, com importantes investigações a decorrer. Os Srs. Deputados pressionavam para a marcação das eleições, com a nova Lei das Eleições Parlamentares que determina que as candidaturas sejam apresentadas perante o Presidente do Tribunal de Recurso. Como poderia o Presidente da República não nomear os mais importantes titulares do sector de Justiça?

Aliás, quais acham os Srs. Deputados que são as consequências para o processo em curso de apresentação de candidaturas às eleições legislativas?

Os Srs. Deputados lidam mal com quem não assume as suas dores. Neste caso querem é pessoas diferentes daquelas que o Presidente da República nomeou - então assumam que querem um Tribunal domesticado! Não peçam é ao Presidente da República para participar nesse exercício.

Infelizmente, os Srs. Deputados não percebem é o mal que, com estas “brincadeiras”, fazem ao País!

Não percebem, à partida, o mal que fazem ao processo eleitoral em curso, considerando as competências do PTR na aceitação das candidaturas. E não percebem o mal que fazem ao regular o funcionamento das instituições democráticas com este clima de guerrilha democrática. Assim, nenhum investidor sério confiará nas nossas instituições para aqui investir o seu dinheiro, nenhuma organização internacional ou Estado estrangeiro confiará para connosco trabalhar e nenhum timorense terá confiança no Estado.

As Resoluções do Parlamento Nacional não podem servir para os Srs. Deputados fazerem declarações políticas que deveriam fazer nos seus partidos políticos. São actos formais do Estado, com efeitos e consequências jurídicas demasiado sérias para serem usadas na chicana político-partidária quotidiana que denigre a imagem do Parlamento Nacional e das nossas instituições democráticas.

A única “redeeming feature” é a baixa participação dos Srs. Deputados na votação destas Resoluções e os ilustres votos contra de quem percebeu que este é um exercício muito parcial com interesses muito claros do qual nada de bom pode sair para o nosso país!

É preciso ter paciência e, pedagogicamente, educar os Srs. Deputados para os ajudar a acabar com dignidade os seu mandato!
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quinta-feira, 11 de maio de 2017

PREZIDENTE REPÚBLIKA PREOKUPA HO TENTATIVA ATU INFLUENSIA INDEPENDÉNSIA JUDISIÁL

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Presidência da República de Timor-Leste - Facebook

Prezidente Repúblika sente preokupasaun kona-ba tentativa dezestabilizasaun setór Justisa nian ne’ebé mak hamosu hosi Rezolusaun Parlamentu Nasionál kona-ba nomeasaun Prezidente Tribunál Rekursu no Prokuradór Jerál Repúblika.

Prezidente Repúblika lembra hikas fali kona-ba importánsia hosi prinsípiu independénsia judisiál hodi asegura instituisaun demokrátika sira-nia lala’ok regulár no hamosu konfiansa iha atór judisiál sira, atu nune’e sira prontu hanesan baibain atu hasoru presaun hirak hosi li’ur no lori povu nia naran halo nafatin justisa nu’udar sira-nia knaar loroloron nian.

Tribunál Rekursu oras ne’e daudaun halo hela fiskalizasaun konstitusionalidade ba lei importante lubuk ida, períodu atu hatama kandidatura ba Prezidente Tribunál Rekursu ba eleisaun lejizlativa mós hahú ona no Prokuradoria sei halo hela investigasaun hirak ne’ebé importante. Tanba ne’e maka iha momentu ne’e fundamentál atu apoia ita-nia instituisaun judisiál sira, liuliu hasoru tentativa instrumentalizasaun partidária.

Harii Estadu Direitu la’ós de’it Konstituisaun mak haruka halo, maibé mós solusaun di’ak liu hotu atu harii Estadu ida ne’ebé hetan respeitu no konfiansa hosi sidadaun sira, investidór nasionál no estranjeiru sira no Estadu sira seluk, inklui mós organizasaun internasionál no parseiru sira.

Prezidente Repúblika hein katak sidadaun hotu-hotu tau iha prátika valór sira-ne’e durante debate polítiku nasionál.

Palasiu Prezidensial Nicolau Lobato, 10 Maiu 2017
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